HGI implanta novo software de gestão hospitalar
Já utilizado em outros hospitais, a nova solução de sistemas facilita integração de setores e atendimento a clientes.

Planejamento Estratégico gera resultados no RSC
Baseado nos princípios definidos no PE, Residencial Santa Catarina desenvolve novas ações internas e firma parcerias.

HCNSC estimula a inclusão de deficientes em seu quadro funcional
Instituição faz avaliação positiva de sua política de contratação de pessoas com necessidades especiais.

Coopercredi muda para novo endereço
Cooperativa dos colaboradores da ACSC mantém linha de empréstimos e oferece novos serviços.

CRI realiza 1ª Jornada Odontológica
Entre 20 e 22 de setembro, o Centro de Referência do Idoso da Zona Norte abriu suas portas para realizar a 1ª Jornada Odontológica voltada a Cirurgiões Dentistas.

Casa de Saúde São José é destaque em evento na Bélgica
Trabalhos realizados na instituição foram reconhecidos no Congresso Dr. Jean-Louis Vincent.

Aconteceu
Fique por dentro das últimas ações e atividades da Superintendência

 

Deficiência está nos olhos de quem vê


Preconceito era o maior temor de Carlos Fernando Gonçalves, 25 anos, auxiliar de materiais que trabalha no HCNSC desde março. Deficiente visual, Júnior conta que no colégio escondia-se para não servir de chacota para as outras crianças. “Todo mundo me chamava de ceguinho, isso causava constrangimento. Depois de trabalhar aqui tudo mudou. Voltei a jogar futebol e pretendo fazer faculdade de educação física”.

Andréia Vicente de Oliveira, 31 anos, telefonista do HCNSC desde abril deste ano, conta que está muito feliz no cargo. “Na verdade só me lembro que tenho uma deficiência quando alguém olha para ela. Tenho uma vida normal”, conta. A telefonista possui dificuldades para andar, devido a uma luxação patológica no quadris direito, o que levou ao encurtamento da perna.

A prática de esportes é uma rotina para Marcos Vinícius dos Santos, 24 anos, auxiliar administrativo desde junho. “Faço capoeira e Jiu Jitsu, minha deficiência não me atrapalha em nada”, conta. Marcos tem uma pseudo artrose congênita que, assim como em Andréia, acarretou no encurtamento do membro. Apesar disso, ele diz que pretende voltar a estudar e ingressar num curso de elétrica predial para assumir outro cargo dentro do Hospital.

Já Mirian Aparecida da Costa Alves, 24 anos, telefonista desde janeiro de 2005, afirma que não pretende deixar o setor. Mesmo sem o membro superior direito, ela conta gostar muito do que faz e que a necessidade especial não interfere em seu trabalho. "Estou muito feliz aqui”.

O auxiliar de materiais Paulo César dos Santos Barcelos, 26 anos, conta que perdeu a mão esquerda aos 18 anos, quando soltava fogos. “Depois do acidente, aprendi a dirigir e aprendi a profissão de pedreiro. Sou casado, tenho dois filhos e uma vida normal”, conta ele. “A maior parte das deficiências está na mente das pessoas”, conclui.

Retornar