Três Rios e Petrópolis são os primeiros hospitais a implantar o Sistema MV
O Sistema MVi2000 foi implantado em dois hospitais da Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC) no Rio de Janeiro. O Hospital de Clínicas Nossa Senhora da Conceição (HCNSC), em Três Rios, trabalha com o sistema desde 01 de outubro e o Hospital Santa Teresa (HST), em Petrópolis, entrou em produção no primeiro dia do mês de dezembro.
Embora em fases diferentes, os diretores de ambos os hospitais apontam sensíveis mudanças nos controles e diagnósticos de processos com a utilização do novo sistema de informática. A integração dos setores e colaboradores foi apontada em todas as avaliações como um dos pontos positivos da MV.
No HCNSC a implantação teve início em abril deste ano, quando os primeiros consultores da MV chegaram ao Hospital e iniciaram os trabalhos. O diretor executivo, Carlos Massi, analisa todo processo de maneira positiva. “Colocar a MV para funcionar não foi simples. Foi preciso grande empenho por parte de todos os envolvidos, desde consultores, até colaboradores, médicos e direção do Hospital”.
Mais de 60 dias depois do início de entrada em produção, Massi afirma que as dificuldades estão sendo transpostas de forma gradual e natural. “A MV trouxe modificações para todos os setores. Agora todos estão integrados de tal forma que cada ação implica em conseqüências para todo o Hospital. Antes, cada setor funcionava de maneira isolada. Hoje tudo faz parte de uma única engrenagem, que precisa trabalhar em uníssono para funcionar bem”, avalia.
Já no HST, o sistema encontra-se em seus primeiros dias de produção, o que obriga a direção a manter atenção constante junto aos setores. Artur Giovannini, diretor executivo, reconhece o intenso trabalho dos colaboradores desde o período que antecedeu a “virada” do sistema até hoje. “Houve grande empenho por parte de todos para que a implantação acontecesse da forma mais tranqüila possível, porque todos se sentiram comprometidos com o projeto”, salienta. “Como temos um volume muito grande de atendimento no Plantão Médico e Farmácia, por exemplo, estamos mantendo um cuidado especial com esses setores”.
Com o objetivo de acompanhar de perto a implantação e sanar todos os problemas que estavam previstos para acontecer nos primeiros dias, vários colaboradores e diretores têm trabalhado no HST por mais de 24 horas sem descanso. “A atenção é constante. Olhamos uns para os outros e percebemos que o cansaço é evidente. Mas todo empenho tem valido a pena, porque estamos conseguindo manter o Santa Teresa funcionando normalmente”, analisa Giovannini.
Para Euler de Paula Baumgratz, superintendente da ACSC, a MV é o melhor sistema de gestão que existe no Brasil. “É extremamente adequado para a nossa realidade, porque a MV é uma instituição séria prestando serviço à outra instituição séria, que é a ACSC”, salienta. Quanto às expectativas da Superintendência com relação ao novo sistema, o superintendente destaca: “Modernização da gestão, maior agilidade dos processos e, conseqüentemente, aumento de faturamento. Com processos mais ágeis e modernos, daremos um passo significativo em direção a excelência no atendimento aos nossos clientes, nosso objetivo final”.
Elaine Moura
Assessoria de Imprensa
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