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Hospitais da ACSC investem na gastronomia para reforçar recuperação do paciente

15 de abril de 2015

Apresentação dos pratos, aroma, temperos e preferências do paciente entram na lista de prioridades de hospitais administrados pela Associação Congregação de Santa Catarina para desmistificar a ideia pejorativa de comida de hospital

31 de março marca o Dia Nacional da Saúde e Nutrição. A prática da boa alimentação começa desde cedo, com o aleitamento materno. Deste olhar cuidadoso para a alimentação depende a prevenção de doenças crônico-degenerativas, por exemplo.

Mas, e quando não se trata mais de prevenir e sim de curar males à saúde? Ritielly Duque Zanotti Gomes, nutricionista do Hospital Madre Regina Protmann, de Santa Teresa (ES), administrado pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC),alerta que tão importante quanto prevenir é estar atento ao que é consumido na dieta alimentar de quem está em recuperação. Ao lado de uma equipe composta por 13 profissionais, Ritielly é responsável pelo cardápio do Hospital que serve cerca de 500 refeições diárias.
“É importante que a terapia nutricional seja realizada de forma individual, considerando as necessidades nutricionais, restrições dietéticas, estado clínico, tolerâncias e efeitos colaterais”, comenta a especialista, que completa: “todos esses cuidados são fundamentais para aumentar a imunidade, além de evitar desnutrição e perda de peso dos pacientes em recuperação”.
Larissa Deodato, nutricionista do Hospital São José, em Teresópolis, no Rio de Janeiro, também mantido pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC) trabalha com uma equipe de 12 colaboradores que servem 490 refeições por dia e avalia:“Se o paciente não está bem nutrido, o remédio não produz o efeito necessário no organismo, pois, na maioria dos casos, o resultado do medicamento depende da interação da droga com os nutrientes”.
Versão gourmet
Para quem tem pavor da comida de hospital, a boa notícia é que as instituições estão cada vez mais empenhadas em transformar aquele cardápio insosso em opções saudáveis, saborosas e bem quentinhas. A evolução dos pratos deu lugar ao que se conhece hoje como gastronomia hospitalar e foi aprimorada justamente porque sabe-se que a sensação de saciedade contribui para a recuperação.

“Hoje, o paciente está mais exigente. Precisamos montar cardápios atraentes e estar atentos à apresentação dos pratos, à variedade, às composições, sem deixar de lado as restrições da dieta alimentar” – pondera Larissa que afirma que o Hospital São José está investindo em treinamentos para a equipe de cozinheiros justamente para atender com excelência essa tendência de evolução da gastronomia hospitalar.

Para Ritielly Gomes que também percebe na ala de nutrição do Madre Regina Protmann uma mudança de comportamento e a evolução das receitas, a criatividade e o capricho na apresentação dos pratos são o segredo para tornar a hora da refeição um momento prazeroso também dentro do hospital: “É preciso sim dispensar um atendimento individualizado. O mais importante é respeitar as preferências do paciente, estar atento às aversões e aos hábitos alimentares. Temperos, sabor, aroma e apresentação farão o paciente se sentir especial, o que faz toda a diferença para uma boa recuperação”, finaliza.
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